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Cyberbullying aterroriza os adolescentes

Quando as redes sociais se tornam tão perigosas quanto a vida real

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20.04.2013
20.04.2013
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Cerca de 70% dos adolescentes que usam as redes sociais o consideram o fenômeno social mais perigoso do nosso tempo. É o cyberbullying, que arrisca ser pior do que o real. Quem trata o tema é a pesquisa "Os jovens e o cyberbullying", realizada por Save the Children e divulgada no início de fevereiro.

 

Segundo a pesquisa, as redes sociais são a modalidade preferida do cyberbullying (61%), que geralmente atinge a vítima ao espalhar fotos e imagens depreciativas (59%) ou com a criação de grupos agressivos (57%).

 

Para muitos adolescentes, o cyberbullying chega a comprometer o desempenho acadêmico (38%), fere a sociabilidade (65%) e, nos piores casos, pode levar a graves consequências psicológicas, como a depressão (57%, subindo para 63% entre jovens de 15 a 17 anos).

 

Sendo considerado o fenômeno mais perigoso por dois terços dos adolescentes, o cyberbullying ainda é apontado como pior do que as drogas (55%), do que o risco de ser vítima de assédio por um adulto (44%) ou do que o risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (24%).

 

As vítimas das agressões são aqueles adolescentes considerados "diferentes", por várias razões: aparência (67%), timidez (67%), suposta orientação sexual (56%), os estrangeiros (43%), o vestuário não convencional (48%), deficiência (31%).

 

Para 83% dos adolescentes, o bullying "virtual" é mais danoso que o real, porque ali não haveria limites para o que se pode dizer ou fazer. Eles ainda assinalam que as ofensas podem surgir de forma anônima, sem prejuízos para os autores.

 

A sensação de perseguição é amplificada, pois, acontecendo em ambiente virtual, não há como se esconder ou encontrar abrigo.

 

Organismos como o Save the Children têm feito campanhas no mundo para educar e sensibilizar os adolescentes e jovens para um bom uso da web. Entre as sugestões de segurança, orienta-se a ter login e senha diferente para cada conta na web, nunca enviar senhas por email, não responder a emails que pedem dados pessoais e visitar apenas sites seguros.

Cerca de 70% dos adolescentes que usam as redes sociais o consideram o fenômeno social mais perigoso do nosso tempo. É o cyberbullying, que arrisca ser pior do que o real. Quem trata o tema é a pesquisa "Os jovens e o cyberbullying", realizada por Save the Children e divulgada no início de fevereiro.

 

Segundo a pesquisa, as redes sociais são a modalidade preferida do cyberbullying (61%), que geralmente atinge a vítima ao espalhar fotos e imagens depreciativas (59%) ou com a criação de grupos agressivos (57%).

 

Para muitos adolescentes, o cyberbullying chega a comprometer o desempenho acadêmico (38%), fere a sociabilidade (65%) e, nos piores casos, pode levar a graves consequências psicológicas, como a depressão (57%, subindo para 63% entre jovens de 15 a 17 anos).

 

Sendo considerado o fenômeno mais perigoso por dois terços dos adolescentes, o cyberbullying ainda é apontado como pior do que as drogas (55%), do que o risco de ser vítima de assédio por um adulto (44%) ou do que o risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (24%).

 

As vítimas das agressões são aqueles adolescentes considerados "diferentes", por várias razões: aparência (67%), timidez (67%), suposta orientação sexual (56%), os estrangeiros (43%), o vestuário não convencional (48%), deficiência (31%).

 

Para 83% dos adolescentes, o bullying "virtual" é mais danoso que o real, porque ali não haveria limites para o que se pode dizer ou fazer. Eles ainda assinalam que as ofensas podem surgir de forma anônima, sem prejuízos para os autores.

 

A sensação de perseguição é amplificada, pois, acontecendo em ambiente virtual, não há como se esconder ou encontrar abrigo.

 

Organismos como o Save the Children têm feito campanhas no mundo para educar e sensibilizar os adolescentes e jovens para um bom uso da web. Entre as sugestões de segurança, orienta-se a ter login e senha diferente para cada conta na web, nunca enviar senhas por email, não responder a emails que pedem dados pessoais e visitar apenas sites seguros.

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