Religião 17.05.2013

Qual é o papel da mulher na Igreja?

Às vezes, temos a impressão de que as mulheres parecem ter sido relegadas a um "segundo plano" dentro da Igreja. Mas será assim mesmo?

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17.05.2013
© N.N./KNA-Bild / CIRIC

A Igreja afirma, ao mesmo tempo, a igualdade entre o homem e a mulher, por um lado, e sua diferença e complementariedade, por outro.

É necessário voltar às fontes, observar o comportamento de Jesus nos Evangelhos, ver seu ensinamento sobre o casamento. São Paulo tem fama de ser misógino, mas será que é mesmo?

As personagens femininas são numerosas nos Evangelhos. Um grupo de mulheres acompanha Jesus e seus discípulos. Jesus dá como exemplo muitas mulheres, como a cananeia, que demonstra uma grande fé, como a mulher que derramou em seus pés um perfume muito caro. Algumas são acusadas pelos fariseus de ser “pecadoras”, mas Jesus libertou a mulher adúltera, que seria lapidada. Ele conversou longamente com a samaritana, para grande surpresa dos discípulos. Seus principais adversários são homens. O traidor é um homem, Judas. As primeiras mensageiras da Ressurreição são mulheres. Ele proibiu que o homem se divorciasse, em uma época em que só este poderia divorciar-se sem motivos sérios. Jesus certamente não era misógino.

Mas e São Paulo? “Que as mulheres sejam submissas aos seus maridos, como ao Senhor”, afirma Paulo. Não se trata, portanto, de uma escravidão, mas de amor. Depois de três frases de conselhos às mulheres, Paulo se dirige também aos homens. “Amai vossas mulheres como Cristo ama sua Igreja”. A relação é recíproca, ainda que não seja simétrica. A passagem (Carta aos Efésios, cap. 5) começa assim: “Sede submissos uns aos outros”; e termina com estas palavras: “No demais, que cada um ame a sua mulher como a si mesmo; e a mulher, que respeite o marido”.

Recomenda discrição às mulheres nas assembleias, para que a comunidade cristã não seja objeto de críticas na sociedade pagã, mas, no último capítulo da Carta aos Romanos (cap. 16), é às mulheres a quem dirige as saudações mais carinhosas.

Existe uma mulher, Maria, nova Eva, que é a pessoa humana mais perfeita. Ela não é uma deusa nem uma semideusa, e sim a Mãe de Deus.

Maria, Virgem e Mãe, está evidentemente nas antípodas da cultura atual, que exalta sexualidade separada da maternidade. No entanto, para todos os cristãos – e não somente para os católicos –, Maria tem um lugar absolutamente eminente. Ela é a mulher por meio de quem Deus veio ao mundo. Ela ofereceu sua fé a Deus, ao contrário de Eva, que preferiu confiar no que o Tentador lhe prometeu. Maria é a nova Eva. A saudação do anjo, “Ave”, em latim, retoma, em sentido inverso, as letras do nome de Eva.

São Paulo não nomeia Maria, mas diz de Jesus que “nasceu de uma mulher”. Na Bíblia, é sempre o pai quem dá nome aos filhos. Nosso São Paulo, a quem alguns consideram misógino, reconhece o lugar único de Maria entre todas as criaturas: é dela, e somente dela, de quem Deus nasceu.

A Igreja vive em uma sociedade que se caracteriza fortemente pelos preconceitos da época. Mas, na história da Igreja, um considerável número de mulheres ocupou lugares decisivos. Especialmente as religiosas.

Costuma-se contar frequentemente que faltou um concílio para decidir se as mulheres tinham ou não alma. Isso é pura lenda. As mulheres sempre tiveram acesso ao Batismo: se não tivessem alma, para que deveriam ser batizadas? No famoso Concílio de Mâcon (585), nunca foi uma questão de alma. Simplesmente um bispo perguntou se era lógico chamar a “mulher” de “homem”. Quinze séculos se passaram e não progredimos muito: estamos condicionados por um vocabulário herdado do latim.

Mas seria fácil encontrar toda uma série de julgamentos fortemente pejorativos sobre as mulheres, feitos por homens de Igreja: se é fraca; se se deixou enganar; se é sedutora; se é charlatã, desperdiçadora, possessiva, muito emotiva, escrava das aparências etc. Esta coleção de absurdos não honra os que a alimentaram. Mas quem é tão forte, que não ceda aos preconceitos da sua época e do seu ambiente?

Frente a isso, a história dos santos apresenta muitos casos de magníficas duplas: Francisco e Clara de Assis, Teresa de Ávila e João da Cruz, Francisco de Sales de Joana de Chantal, Vicente de Paulo e Luísa de Marillac. Catarina de Siena nunca hesitou em fazer várias advertências aos papas que lhe pareciam covardes demais. Na nossa época, o Papa João Paulo II teve uma profunda cumplicidade com a Madre Teresa e com Chiara Lubich, fundadora dos Focolares. As mulheres também são numerosas no catálogo dos santos. Não é algo recente: no cânon romano, a oração eucarística mais antiga menciona numerosas mulheres.

As superioras das comunidades religiosas femininas contavam com uma autoridade real. Isso depende de cada caso, segundo as épocas e de acordo com cada congregação. Mas os bispos e os capelães das freiras sabem, depois de muito tempo, que não devem tentar interferir muito na vida interna das comunidades. No século XIX, as mulheres que tiveram a máxima autoridade foram as fundadoras e as superioras das comunidades religiosas. E foram muitas!

Na vida concreta da Igreja atualmente, muitos cargos de responsabilidade são ocupados por mulheres. Mais do que na sociedade civil.

Quando a pessoa contempla a vida de uma paróquia, ou inclusive de uma diocese, descobre que muitas responsabilidades importantes são ocupadas pelas mulheres. Inclusive nas especialidades consideradas masculinas, como nas finanças. Nos conselhos paroquiais ou diocesanos, são maioria. Por isso, não surpreende que, em média, as mulheres representem dois terços dos fiéis, contra um terço de homens.

Quanto aos cargos de responsabilidade, se muitas mulheres os ocupam, é porque estas se adaptam mais facilmente às jornadas parciais e a salários mais baixos do que poderiam almejar. Não se trata de dissimular as razões econômicas, mas, ao contrário, o fato constata que as mulheres não são vítimas de uma discriminação negativa.

Várias mulheres também estão presentes nos serviços da Santa Sé. Se são minoria, isso se deve a que a maior parte dos funcionários é constituída por sacerdotes.

A ordenação sacerdotal está reservada aos homens, não só por uma disciplina da Igreja, mas pela natureza do sacramento da Ordem.

No texto antes citado (Efésios 5), São Paulo faz o paralelismo entre a relação homem-mulher e a relação entre Cristo e a Igreja. Cristo é o Esposo da Igreja, como, no Antigo Testamento, Deus se apresenta como o Esposo de Israel. O próprio Jesus se denomina assim (Mateus 9, 15).

Nos Evangelhos, está claro que Jesus escolheu muito especificamente os 12, doze homens, para representá-lo: chamou cada um pelo seu nome; explicou-lhes os segredos do Reino; deu-lhes o Espírito Santo para o perdão dos pecados; enviou-lhes em missão, para pregar e batizar: “Quem vos escuta, a Mim escuta”.

Depois dos apóstolos e pela imposição das mãos, o sacramento da Ordem torna os bispos e sacerdotes representantes de Cristo, Esposo da Igreja. O próprio Papa não pode deixar de levar em consideração este simbolismo bíblico. A ordenação de homens não é, portanto, uma simples decisão de disciplina eclesiástica ou um mero costume.

Esta postura é comum a todos os cristãos, para quem a ordenação é um verdadeiro sacramento. A postura protestante é diferente, porque, para eles, todos os batizados são igualmente sacerdotes. No final da sua formação, o futuro pastor se beneficia de um simples “reconhecimento ministerial”. Portanto, é comum que os pastores protestantes sejam, indiferentemente, homens ou mulheres.

Muito diferente é a questão da ordenação de homens casados. A prática existe nas Igrejas Católicas orientais. Homens casados, pastores da Igreja Anglicana que se tornam católicos, podem ser ordenados sacerdotes sem que tenham de se separar de suas esposas. Existe uma conveniência entre o celibato e o sacerdócio ministerial. Portanto, apesar de algumas deficiências, a Igreja de Roma escolhe seus sacerdotes entre aqueles que optaram pelo celibato “pelo Reino”, como disse Jesus (Mateus 19, 12). Mas esta não é uma questão de dogma.

A cultura contemporânea oscila entre dois pontos de vista contraditórios sobre a relação homem-mulher. A Igreja continua afirmando a diferença e a complementariedade entre os sexos.

Toda uma corrente de pensamento tende a apagar a diferença sexual, reconhecendo nela somente uma dimensão cultural ou social. “A mulher não nasce mulher, senão que se torna mulher”. A fórmula é certa, em um sentido, já que o ser humano está sempre em transformação. Mas, na polêmica, esta frase quer dizer mais do que isso: que é a sociedade quem fabrica os homens e mulheres. Certamente, a biologia mostra algumas diferenças notáveis. Mas as cirurgias fazem milagres e os transsexuais não hesitam em mostrar sua mudança de sexo.

Por outro lado, existem mulheres que se queixam por não encontrar verdadeiros homens. Isso acontece no casal, na família e no trabalho. Elas não estão pedindo para ser dominadas por machistas, mas encontrar um complemento, uma ajuda que não seja uma cópia delas mesmas. “Ajuda”: esta é a palavra que o livro do Gênesis emprega quando fala de Adão e Eva. É por isso que, do ponto de vista meramente humano, a Igreja não pode deixar de advertir contra a homoparentalidade.

 

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A Igreja afirma, ao mesmo tempo, a igualdade entre o homem e a mulher, por um lado, e sua diferença e complementariedade, por outro.

É necessário voltar às fontes, observar o comportamento de Jesus nos Evangelhos, ver seu ensinamento sobre o casamento. São Paulo tem fama de ser misógino, mas será que é mesmo?

As personagens femininas são numerosas nos Evangelhos. Um grupo de mulheres acompanha Jesus e seus discípulos. Jesus dá como exemplo muitas mulheres, como a cananeia, que demonstra uma grande fé, como a mulher que derramou em seus pés um perfume muito caro. Algumas são acusadas pelos fariseus de ser “pecadoras”, mas Jesus libertou a mulher adúltera, que seria lapidada. Ele conversou longamente com a samaritana, para grande surpresa dos discípulos. Seus principais adversários são homens. O traidor é um homem, Judas. As primeiras mensageiras da Ressurreição são mulheres. Ele proibiu que o homem se divorciasse, em uma época em que só este poderia divorciar-se sem motivos sérios. Jesus certamente não era misógino.

Mas e São Paulo? “Que as mulheres sejam submissas aos seus maridos, como ao Senhor”, afirma Paulo. Não se trata, portanto, de uma escravidão, mas de amor. Depois de três frases de conselhos às mulheres, Paulo se dirige também aos homens. “Amai vossas mulheres como Cristo ama sua Igreja”. A relação é recíproca, ainda que não seja simétrica. A passagem (Carta aos Efésios, cap. 5) começa assim: “Sede submissos uns aos outros”; e termina com estas palavras: “No demais, que cada um ame a sua mulher como a si mesmo; e a mulher, que respeite o marido”.

Recomenda discrição às mulheres nas assembleias, para que a comunidade cristã não seja objeto de críticas na sociedade pagã, mas, no último capítulo da Carta aos Romanos (cap. 16), é às mulheres a quem dirige as saudações mais carinhosas.

Existe uma mulher, Maria, nova Eva, que é a pessoa humana mais perfeita. Ela não é uma deusa nem uma semideusa, e sim a Mãe de Deus.

Maria, Virgem e Mãe, está evidentemente nas antípodas da cultura atual, que exalta sexualidade separada da maternidade. No entanto, para todos os cristãos – e não somente para os católicos –, Maria tem um lugar absolutamente eminente. Ela é a mulher por meio de quem Deus veio ao mundo. Ela ofereceu sua fé a Deus, ao contrário de Eva, que preferiu confiar no que o Tentador lhe prometeu. Maria é a nova Eva. A saudação do anjo, “Ave”, em latim, retoma, em sentido inverso, as letras do nome de Eva.

São Paulo não nomeia Maria, mas diz de Jesus que “nasceu de uma mulher”. Na Bíblia, é sempre o pai quem dá nome aos filhos. Nosso São Paulo, a quem alguns consideram misógino, reconhece o lugar único de Maria entre todas as criaturas: é dela, e somente dela, de quem Deus nasceu.

A Igreja vive em uma sociedade que se caracteriza fortemente pelos preconceitos da época. Mas, na história da Igreja, um considerável número de mulheres ocupou lugares decisivos. Especialmente as religiosas.

Costuma-se contar frequentemente que faltou um concílio para decidir se as mulheres tinham ou não alma. Isso é pura lenda. As mulheres sempre tiveram acesso ao Batismo: se não tivessem alma, para que deveriam ser batizadas? No famoso Concílio de Mâcon (585), nunca foi uma questão de alma. Simplesmente um bispo perguntou se era lógico chamar a “mulher” de “homem”. Quinze séculos se passaram e não progredimos muito: estamos condicionados por um vocabulário herdado do latim.

Mas seria fácil encontrar toda uma série de julgamentos fortemente pejorativos sobre as mulheres, feitos por homens de Igreja: se é fraca; se se deixou enganar; se é sedutora; se é charlatã, desperdiçadora, possessiva, muito emotiva, escrava das aparências etc. Esta coleção de absurdos não honra os que a alimentaram. Mas quem é tão forte, que não ceda aos preconceitos da sua época e do seu ambiente?

Frente a isso, a história dos santos apresenta muitos casos de magníficas duplas: Francisco e Clara de Assis, Teresa de Ávila e João da Cruz, Francisco de Sales de Joana de Chantal, Vicente de Paulo e Luísa de Marillac. Catarina de Siena nunca hesitou em fazer várias advertências aos papas que lhe pareciam covardes demais. Na nossa época, o Papa João Paulo II teve uma profunda cumplicidade com a Madre Teresa e com Chiara Lubich, fundadora dos Focolares. As mulheres também são numerosas no catálogo dos santos. Não é algo recente: no cânon romano, a oração eucarística mais antiga menciona numerosas mulheres.

As superioras das comunidades religiosas femininas contavam com uma autoridade real. Isso depende de cada caso, segundo as épocas e de acordo com cada congregação. Mas os bispos e os capelães das freiras sabem, depois de muito tempo, que não devem tentar interferir muito na vida interna das comunidades. No século XIX, as mulheres que tiveram a máxima autoridade foram as fundadoras e as superioras das comunidades religiosas. E foram muitas!

Na vida concreta da Igreja atualmente, muitos cargos de responsabilidade são ocupados por mulheres. Mais do que na sociedade civil.

Quando a pessoa contempla a vida de uma paróquia, ou inclusive de uma diocese, descobre que muitas responsabilidades importantes são ocupadas pelas mulheres. Inclusive nas especialidades consideradas masculinas, como nas finanças. Nos conselhos paroquiais ou diocesanos, são maioria. Por isso, não surpreende que, em média, as mulheres representem dois terços dos fiéis, contra um terço de homens.

Quanto aos cargos de responsabilidade, se muitas mulheres os ocupam, é porque estas se adaptam mais facilmente às jornadas parciais e a salários mais baixos do que poderiam almejar. Não se trata de dissimular as razões econômicas, mas, ao contrário, o fato constata que as mulheres não são vítimas de uma discriminação negativa.

Várias mulheres também estão presentes nos serviços da Santa Sé. Se são minoria, isso se deve a que a maior parte dos funcionários é constituída por sacerdotes.

A ordenação sacerdotal está reservada aos homens, não só por uma disciplina da Igreja, mas pela natureza do sacramento da Ordem.

No texto antes citado (Efésios 5), São Paulo faz o paralelismo entre a relação homem-mulher e a relação entre Cristo e a Igreja. Cristo é o Esposo da Igreja, como, no Antigo Testamento, Deus se apresenta como o Esposo de Israel. O próprio Jesus se denomina assim (Mateus 9, 15).

Nos Evangelhos, está claro que Jesus escolheu muito especificamente os 12, doze homens, para representá-lo: chamou cada um pelo seu nome; explicou-lhes os segredos do Reino; deu-lhes o Espírito Santo para o perdão dos pecados; enviou-lhes em missão, para pregar e batizar: “Quem vos escuta, a Mim escuta”.

Depois dos apóstolos e pela imposição das mãos, o sacramento da Ordem torna os bispos e sacerdotes representantes de Cristo, Esposo da Igreja. O próprio Papa não pode deixar de levar em consideração este simbolismo bíblico. A ordenação de homens não é, portanto, uma simples decisão de disciplina eclesiástica ou um mero costume.

Esta postura é comum a todos os cristãos, para quem a ordenação é um verdadeiro sacramento. A postura protestante é diferente, porque, para eles, todos os batizados são igualmente sacerdotes. No final da sua formação, o futuro pastor se beneficia de um simples “reconhecimento ministerial”. Portanto, é comum que os pastores protestantes sejam, indiferentemente, homens ou mulheres.

Muito diferente é a questão da ordenação de homens casados. A prática existe nas Igrejas Católicas orientais. Homens casados, pastores da Igreja Anglicana que se tornam católicos, podem ser ordenados sacerdotes sem que tenham de se separar de suas esposas. Existe uma conveniência entre o celibato e o sacerdócio ministerial. Portanto, apesar de algumas deficiências, a Igreja de Roma escolhe seus sacerdotes entre aqueles que optaram pelo celibato “pelo Reino”, como disse Jesus (Mateus 19, 12). Mas esta não é uma questão de dogma.

A cultura contemporânea oscila entre dois pontos de vista contraditórios sobre a relação homem-mulher. A Igreja continua afirmando a diferença e a complementariedade entre os sexos.

Toda uma corrente de pensamento tende a apagar a diferença sexual, reconhecendo nela somente uma dimensão cultural ou social. “A mulher não nasce mulher, senão que se torna mulher”. A fórmula é certa, em um sentido, já que o ser humano está sempre em transformação. Mas, na polêmica, esta frase quer dizer mais do que isso: que é a sociedade quem fabrica os homens e mulheres. Certamente, a biologia mostra algumas diferenças notáveis. Mas as cirurgias fazem milagres e os transsexuais não hesitam em mostrar sua mudança de sexo.

Por outro lado, existem mulheres que se queixam por não encontrar verdadeiros homens. Isso acontece no casal, na família e no trabalho. Elas não estão pedindo para ser dominadas por machistas, mas encontrar um complemento, uma ajuda que não seja uma cópia delas mesmas. “Ajuda”: esta é a palavra que o livro do Gênesis emprega quando fala de Adão e Eva. É por isso que, do ponto de vista meramente humano, a Igreja não pode deixar de advertir contra a homoparentalidade.

 

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